quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Amo de coração!

É de noite, estou deitado no chão num tapete que parece saído daqueles filmes da disney, o Aladino, cheio de pêlo quer dele, quer do gato preto da dona da casa.
Tenho uma foca ao colo, ela diz-me convicta que gosta de mim, já eu acho que não. Existe também o tal gato que de momento me olha de soslaio quando o atiço para que venha junto de mim. Ele até é um gato giro, pena que estes animais não sejam as criaturas pelas quais tenha mais apreço.
Este mundo é feito de surrealismos que encontramos nos cantos mais incríveis e inesperados das nossas perenes vidas. Parecem saídos de qualquer filme de média/grande qualidade do Woody Allen (para quem gosta).
O mesmo gato pelo qual não nutro nenhum sentimento por aí além (assim como que por outras coisas/pessoas) sobe para cima de mim e sente os meus fracos sentimentos, a minha fraca saudade, a minha fraca respiração, porque não amo toda a gente.
Mas quem amo, amo de coração!

Sem comentários:

Enviar um comentário