Existem esperanças. Toda a gente tem esperanças e ambições, sejam elas materiais ou espirituais, sejam grandes, médias ou pequenas, importem para o mundo ou não. Sejam elas tornarem-se no presidente da república do seu país, ganharem dinheiro para o seu telemóvel de sonho, que haja paz no mundo, que consigam dar comida ao maior número de pessoas necessitadas, ou simplesmente acordarem de manhã e aproveitarem o seu dia como bem lhes apetece.
Pessoalmente enquadro-me seguramente nesta última categoria de pessoas. A categoria destas pessoas que acordam de manhã, sem saber o que fazer, que vão levando o seu dia, tomando as suas decisões de acordo com os seus ideais, de acordo com as suas moralidades. Quando acordo, não penso - hoje vou fazer tudo para ser piloto de Fórmula 1.
Acordo sim, a pensar - espero que o dia hoje me corra o melhor possível e que consiga evoluir como pessoa, como ser humano, melhorar os meus defeitos e aperfeiçoar as minhas virtudes, espero não magoar ninguém, espero que, se a oportunidade surgir, conseguir ajudar alguém, espero no fundo que quando hoje me deitar (assim como em outro qualquer dia) tenha a sensação de que sou boa pessoa, que me mantenho fiel a mim mesmo, sem seguir tendências, modelos, modas, costumes, preceitos, normas, ou qualquer outra palavra que defina uma forma de actuar que não seja a nossa, mas sim ter os pés bem assentes neste chão que é igual para todos e continuar de cabeça erguida com a minha auto-confiança, a ser eu mesmo só porque sim, só porque é assim que me sinto bem.
Todos os dias acordo e o meu maior medo é esse: Deixar de ser eu!
Posto alguns textos fictícios (ou não) que me vêm à cabeça quando menos espero. Dada a minha espontaneidade e esporadicidade de escrita não contem com textos todos os dias. PS: caguei um bocado se gostam ou não
sábado, 12 de janeiro de 2013
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Amo de coração!
É de noite, estou deitado no chão num tapete que parece saído daqueles filmes da disney, o Aladino, cheio de pêlo quer dele, quer do gato preto da dona da casa.
Tenho uma foca ao colo, ela diz-me convicta que gosta de mim, já eu acho que não. Existe também o tal gato que de momento me olha de soslaio quando o atiço para que venha junto de mim. Ele até é um gato giro, pena que estes animais não sejam as criaturas pelas quais tenha mais apreço.
Este mundo é feito de surrealismos que encontramos nos cantos mais incríveis e inesperados das nossas perenes vidas. Parecem saídos de qualquer filme de média/grande qualidade do Woody Allen (para quem gosta).
O mesmo gato pelo qual não nutro nenhum sentimento por aí além (assim como que por outras coisas/pessoas) sobe para cima de mim e sente os meus fracos sentimentos, a minha fraca saudade, a minha fraca respiração, porque não amo toda a gente.
Mas quem amo, amo de coração!
Tenho uma foca ao colo, ela diz-me convicta que gosta de mim, já eu acho que não. Existe também o tal gato que de momento me olha de soslaio quando o atiço para que venha junto de mim. Ele até é um gato giro, pena que estes animais não sejam as criaturas pelas quais tenha mais apreço.
Este mundo é feito de surrealismos que encontramos nos cantos mais incríveis e inesperados das nossas perenes vidas. Parecem saídos de qualquer filme de média/grande qualidade do Woody Allen (para quem gosta).
O mesmo gato pelo qual não nutro nenhum sentimento por aí além (assim como que por outras coisas/pessoas) sobe para cima de mim e sente os meus fracos sentimentos, a minha fraca saudade, a minha fraca respiração, porque não amo toda a gente.
Mas quem amo, amo de coração!
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Inconscientemente vivo.
Queria que fizesses sentido, porque eu sou assim: calmo, racional, consciente e
com a mania de que tudo o que se passa, acontece, tem que fazer sentido apenas
pela satisfação e felicidade que isso me proporciona de uma forma tão estranha
que chega a ser inexplicável.
Mas por vezes esqueço-me que muitos dos mais belos momentos da vida são aqueles que não fazem o mínimo de sentido para qualquer pessoa que se considere "normal".
Talvez eu não precise desses momentos, e a minha calma interior me forneça todas essas circunstâncias
sem que eu sequer me aperceba - é isso - inconscientemente passo pelos
melhores momentos da minha vida e acabo por não os aproveitar por serem isso mesmo...
Inconscientes.
com a mania de que tudo o que se passa, acontece, tem que fazer sentido apenas
pela satisfação e felicidade que isso me proporciona de uma forma tão estranha
que chega a ser inexplicável.
Mas por vezes esqueço-me que muitos dos mais belos momentos da vida são aqueles que não fazem o mínimo de sentido para qualquer pessoa que se considere "normal".
Talvez eu não precise desses momentos, e a minha calma interior me forneça todas essas circunstâncias
sem que eu sequer me aperceba - é isso - inconscientemente passo pelos
melhores momentos da minha vida e acabo por não os aproveitar por serem isso mesmo...
Inconscientes.
Subscrever:
Mensagens (Atom)