Sigo sozinho nesta estrada desconcertante
onde nada é certo, nada é importante.
Faço o que quero e bem me apetece
porque no fim do dia, tudo está distante.
Grito, choro para que alguém me dê atenção
porque quero tudo o que não me dão.
E, desesperadamente chamo por alguém
e volto a notar que à minha volta não há ninguém.
Tento, tento e volto a tentar
que alguém me mostre um ombro amigo.
Gritei tanto que a minha voz já não faz sentido
Por favor alguém me venha ajudar.
Sigo sozinho nesta estrada que está no fim,
mas agora tenho mil almas atrás de mim.
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